Caro colega,
Com toda essa movimentação em torno da reforma tributária, tenho visto muitas holdings sendo estruturadas rapidamente — quase sempre com foco concentrado na economia fiscal.
E isso faz sentido.
O problema é que, na prática, o ganho tributário raramente é o ponto que mais gera dificuldade depois.
As dificuldades normalmente aparecem na estrutura.
Uma cláusula societária genérica, regras de governança pouco definidas, integralização mal planejada, sucessão tratada de forma superficial…
No início, a holding parece funcionar bem.
Mas, com o tempo — ou no primeiro conflito patrimonial ou familiar — começam a surgir ajustes que poderiam ter sido evitados.
É exatamente aí que muitas estruturas perdem consistência.
Tive a oportunidade de olhar com mais cuidado a edição 2026 do Manual Prático para Holdings: Estruturação, Gestão, Tributação e Sucessão Nacional e Internacional 2026, e um ponto específico me chamou atenção:
ele não trata a holding apenas como ferramenta tributária.
A obra conecta estrutura societária, planejamento sucessório, governança e proteção patrimonial de forma integrada — inclusive considerando os impactos recentes da reforma tributária e os ajustes que passaram a exigir mais cuidado técnico na constituição das holdings.
Mostra não só o que fazer, mas o impacto de cada escolha ao longo do tempo. Ou seja, não é apenas montar uma holding.
É estruturar algo que continue sólido depois.
O material está aqui: https://www.memoriaforense.com.br/produtos/manual-pratico-para-holdings-estruracao-gestao-tributacao-e-sucessao-nacional-e-internacional-2026-053nn/
Depois me diga o que achou.
Um abraço,
Ana Clara
Diretora de Conteúdo Jurídico da Memória Forense
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